Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Torta simples com recheio de chocolate!!!

 
TORTA
  

 Ingredientes

  • 6 ovos
  • 250 gr de açúcar
  • 190 gr de farinha
  • 1 colher (café) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de maizena
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 colheres (sopa) de cacau ou chocolate em pó
  • leite q.b. (siga as instruções do pacote da maizena para confeccionar molho grosso)

Ligar o forno a 220ºC para pré-aquecer o mesmo.

 

Bater as gemas com os 250 gr de açúcar até obter um creme esbranquiçado.

 

Bater as claras em castelo.

 

Alternadamente, juntar ao preparado das gemas com o açúcar, a farinha com as claras em castelo e o fermento em pó, envolvendo tudo muito bem.

 

Levar ao forno num tabuleiro rectangular untado com margarina e polvilhado com farinha, ou, melhor ainda, forrado com papel vegetal.

 

O tempo de cozedura da torta é extremamente rápido, aproximadamente 10 minutos.

Convém não cozer muito para que ao enrolar a torta esta não se "parta".

 

Entretanto, enquanto a massa está no forno, rapidamente prepara o recheio colocando em lume brando um tachinho com a maizena, as duas colheres de açúcar, o cacau (ou chocolate) e o leite q.b.

Vá mexendo sempre até engrossar o recheio.

 

Depois de cozida, disponha a massa sobre um pano polvilhado com açúcar.

 

Barre com o recheio de chocolate e depois enrole até chegar à forma de torta.

 

Dicas: Pode juntar um pouco de raspa de limão ou de laranja à massa para ficar mais saborosa.

 

Pode rechear a mesma com compota de pêssego, morango, framboesa, ou creme de ovos, por exemplo, e assim cria uma nova receita.

 

Pode cobrir a torta com recheio de chocolate.

 

 

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 11:28
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Gato Preto...Patanisca!!!

 

Azar? Quem disse? Uma gata tão gira como eu...náhhh!!!

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 18:51
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Black Labrador Luna!!!

 

Que foi? Já não se pode dormir uma sonequinha em paz?

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 18:45
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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

EQUADOR...Miguel Sousa Tavares

"EQUADOR"

 

Título: "EQUADOR"

Autor: Miguel Sousa Tavares

Editora: Oficina do Livro

1ª Edição Maio de 2003

P.V.P: 24,30€

 

                                                       Sinopse

Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D. Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida.

 

Equador é um retrato brilhante da sociedade portuguesa nos últimos dias da Monarquia, que traça um paralelo entre os serões mundanos da capital e o ambiente duro e retrógado das colónias.

 

É com esta história admirável, comovente e perturbadora, que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão no romance.

 

 

Não podia estar mais de acordo com os dois últimos parágrafos.

Primeiramente, o autor presenteia os seus leitores com uma escrita excelente, que enreda, enlaça cada um deles numa teia de sentimentos contraditórios, numa busca por um fim que se avizinha desde logo trágico e, no entanto, preciso da verdade da vida, que poucas vezes se compadece dos amantes dum um grande e verdadeiro amor, ou deveríamos antes escrever...intensas paixões.

 

«equador: linha que divide a terra em hemisfério norte e sul. Linha simbólica de demarcação, de fronteira entre dois mundos. Possível contracção da expressão é com dor" ("é-cum-a-dor", em português antigo)

 

E não é com a dor que vivemos quando estamos apaixonados?

 

É inevitável que, como portugueses que somos, e, mais ainda, como cidadãos do Mundo, que em certos momentos do enredo nos indentifiquemos com a personagem do Luis Bernardo, com todos os seus defeitos e virtudes bem presentes nos seus impulsos e atitudes irreflectidas.   

 

«Depois de as coisas acontecerem, é quase irresistível reflectir sobre o que teria sido a vida, se se tem feito diferente.»

 

«Não se encontra só o que se encontra, mas também o que se procura. Nós não somos folhas levadas pelo vento, não somos animais à deriva. Somos seres humanos, com uma vontade própria.»

  

«O que não havia em Portugal era uma tradição de cidadania, um desejo de liberdade, um gosto de pensar e agir pela própria cabeça...»

 

«Não esperes nunca de mim que eu seja fiel a qualidades que não tenho. O que podes é contar com as que tenho, porque nessas não te falharei nunca.»

 

Confesso que ao ler numa das primeiras páginas «Para a Cristina», sabendo que não o era, soube naquele instante que aquele livro era para mim!

 

Ao reler este romance, o sentimento não mudou, só senti de uma forma diferente.

 

Adaptação televisiva

A 14 de Setembro de 2007 foi assinado um contrato, entre o escritor e estação de televisão privada TVI, que permite a adaptação da obra literária a série de televisão. Esta começará a ser gravada em Maio de 2008 em S. Tomé e Príncipe e em Portugal, e deverá ir para o ar no final do mesmo ano.

sinto-me: Carpe Diem
música: "Sleep" - AZURE RAY
publicado por mileumpecados às 17:14
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Janela azul...excelentes fotos!!!

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 12:23
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Quiche de Alhos Franceses

 
 
QUICHE DE ALHOS FRANCESES
  

 Ingredientes

  • 1 placa de massa folhada
  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 2 alhos franceses
  • 60 gr de bacon cortado em cubinhos
  • 4 ovos
  • sal, pimenta e noz moscada q.b.
  • 2 dl de natas

Corte os alhos franceses em rodelas finas.

Leve ao lume com a margarina e o bacon. Deixe cozinhar até o alho estar macio.

Estenda a massa folhada e forre com a mesma uma forma de tarte. 

Sobre o fundo coloque o preparado de alho françês e bacon.
 
Bata ligeiramente os ovos com as natas e tempere com sal, pimenta e a noz moscada.
 
Deite sobre a tarte e leve a cozer em forno quente (220ºC) durante cerca de 15 minutos aproximadamente. Nos últimos minutos deve ligar a parte de cima do forno (grelhador) para que a tarte fique com um corado dourado bem bonito.
 
 Dicas:
  • Em vez dos alhos franceses pode alterar para cogumelos ou brócolos, por exemplo. Assim como, o bacon pode ser substituido por pedaços de frango, ou chouriço. E sempre que modificar os ingredientes a seu gosto, cria uma nova e deliciosa receita!
  •   Pode ainda confeccionar a quiche em formas de queques e assim obtém pequenas, bonitas e diferentes quiches.

  

 

sinto-me: Carpe Diem - Bom fim-de-semana
música: "Meu coração abandonado" - VIVIAN
publicado por mileumpecados às 11:08
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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

"Memórias de Adriano" de Marguerite Yourcenar...um livro imprescindível!!!



 

 

Memórias de Adriano de Marguerite Yourcenar foi publicado pela primeira vez em França em 1951.

 

Autobiografia romanceada do imperador romano que viveu no século 2, baseada numa minuciosa pesquisa histórica. Yourcenar começou a escrever o livro em meados dos anos 20 e, depois de destruir várias versões do texto, publicou-o em 1951, com sucesso absoluto. Adriano é retratado como o governante ideal: cultor do classicismo grego, protetor das artes e político preocupado com vida dos escravos.

 

 

«Trata-se de um livro que parece ser, numa primeira impressão, "difícil": a escrita faz-se na primeira pessoa, com o Imperador Adriano, ele próprio, vagueando pelas suas memórias. Mas logo que se faça a adaptação ao estilo da autora, sem pré-aviso, começa-se a ficar envolvido na teia e, subitamente, quase magicamente, já estamos a sentir e a viver os tempos de Adriano. As suas viagens à volta do Império, os seus sentimentos para com os seus amigos e inimigos, a intrigazinha palaciana da sua corte, os seus pensamentos políticos e filosóficos sobre Roma e os Romanos, sobre os povos da Ásia Menor e do Egito, sobre os bárbaros do Norte, as suas campanhas militares, tudo parece estar a acontecer e fazer parte da própria vida do leitor. É considerada uma peça de escrita fabulosa e única!

E sim, o drama da paixão de Adriano pelo jovem Antinoo está lá toda, maravilhosa, apaixonada, dolorosa, pungente, emocionante...»

(Texto da Vikipédia e com o qual comungo inteiramente a opinião)

 

Com pensamentos como estes que nos fazem reflectir:

 

«Não existindo já os Deuses e não existindo ainda Cristo, houve, de Cícero a Marco Aurélio, um momento único em que só existiu o homem.»

 

«Como toda gente, só disponho de três meios para avaliar a existência humana: o estudo de nós próprios, o mais difícil e o mais perigoso, mas também o mais fecundo dos métodos; a observação dos homens, que na maior parte dos casos fazem tudo para nos esconder os seus segredos ou de nos convencer que os têm; os livros, com os erros particulares de perspectiva que nascem entre as suas linhas."»

 

«... o gráfico de uma vida humana, que se não compõe, digam o que disserem, de uma horizontal e duas perpendiculares, mas sim de três linhas sinuosas, prolongadas no infinito, incessantemente aproximadas e divergindo sem cessar: o que o homem julgou ser, o que ele quis ser e o que ele foi.»

 

«Mas a mais longa dedicatória é ainda uma forma demasiado incompleta e banal de honrar uma amizade tão pouco comum.»

 

«Cada um de nós tem mais virtudes do que os outros supõem, mas só o êxito as torna notórias, talvez porque se espera então que deixemos de as praticar.»

 

«Quando se tiver diminuído o mais possível as servidões inúteis, evitado as desgraças desnecessárias, continuará a haver sempre, para manter vivas as virtudes heróicas do homem, a longa série de verdadeiros males, a morte, a velhice, as doenças incuráveis, o amor não correspondido, a amizade recusada ou traída, a mediocridade de uma vida menos vasta que os nossos projectos e mais enevoada que os nossos sonhos: todas as infelicidades causadas pela divina natureza das coisas.»

 

«Duvido de que toda a filosofia do mundo consiga suprimir a escravatura: o mias que poderá suceder é mudarem-lhe o nome.»

 

«A fraqueza das mulheres, ..., resiste à sua condição legal: a sua força vinga-se nas pequenas coisas em que o poder que elas exercem é quase ilimitado. Rramente vi um interior de uma casa onde as mulheres não reinassem.»

 

«Uma parte dos nossos males provém de haver demasiados homens excessivamente ricos ou desesperadamente pobres.»

 

«A maior parte dos nossos ricos faz enormes donativos ... .

Muitos agem assim por interesse, alguns por virtude; quase todos ganham com isso.»

 

« ...não será a alma apenas o supremo resultado do corpo, frágil manifestação da dor e do prazer de existir?»

 

«Natura deficit, fortuna mutatur, deus omnia cernit.

A natureza trai-nos, a sorte muda, um deus vê do alto todas estas coisas.»

 

 

Este livro foi-me ofertado por alguém muito especial, que continua e continuará sempre, a ser detentor de um cantinho dos meus pensamentos, com a seguinte dedicatória:

 

«Olha que engraçado. Parece que este livro estava mesmo guardado para ti. Fui a duas livrarias, uma próxima da outra. Na primeira disseram-me logo que este livro estava esgotado. Saí sem muita discussão, e dirigi-me imediatamente para a segunda pois, não sei porque, tive um feeling de que iria encontrá-lo.

Nesta, ao entrar, se encontrava cheia mas percebi que a minha presença fez-se logo sentida. Como os olhares voltaram-se para mim, aproveitei este prelúdio para perguntar se tinham o livro em questão. A resosta de uma das funcionárias soou-me como um presságio:

- Penso que tenho um exemplar que foi guardado para um cliente.-ripostou a rapariga.

Como estava muito ocupada, disse-lhe que iria dar uma volta e que não tardaria o meu regresso. Após esta pausa, suficinet para o desanuviamento da livraria, regressei em busca do que (me) te estava destinado. Assim trouxe este único exemplar que, apesar de ter sido guardado para outra pessoa, pareceu-me tê-lo sido para ti.

Acredito que nas tuas mãos estará mais adequado.

                                                                                                       ...... /92

"Para ser grande, sê inteiro:nada teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive."

                                                                                                 Fernando Pessoa

 

Passados 16 anos da mesma, penso não estar a desvendar segredo algum.

Com isto mostro o quão importante é a dedicatória e o dedicar-se um livro a alguém que se estima verdadeiramente!

A memória permanece sempre viva!

 

música: "Amores Imperfeitos" - VIVIAN
sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 12:32
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

TEATRO ANTÍGONA...n'a Barraca!!!

   
O clássico de Sófocles é a primeira produção de 2008 encenada na Barraca, em Lisboa, por Maria do Céu Guerra. Rita Lello e José Medeiros são os protagonistas de uma peça que analisa problemas como a contradição entre a Justiça e a Lei. Em cena a partir de 1 de Fevereiro.

A peça tem 2500 anos e é ainda, de acordo com o texto de apresentação da Barraca, "uma lição sobre os extremismos dos nossos dias". Antígona (Rita Lello) confronta-se com o poder autoritário. Uma oposição que acaba por ser o elogio do equilíbrio e do diálogo para salvar as democracias. Antígona é uma figura da mitologia grega, filha de Édipo e Jocasta. O seu destino é marcado por diversas infelicidades, a primeira das quais é o facto de ser fruto do incesto dos pais (Édipo é filho de Jocasta). Numa fase posterior, Antígona tem a missão de guiar o pai, cego e banido de Tebas, por toda a vida. Por fim, envolve-se na luta dos seus irmãos pelo poder de Tebas. Etéocles e Polinices vão combater e morrer.A encenação de Maria do Céu Guerra foi adaptada à actualidade numa perspectiva universalista.

PUBLICO.PT

    Data(s): De 01-02-2008 a 31-12-2010

    Horários: Domingo às 16h00 Quinta a Sábado às 21h30

    Local: Lisboa, A Barraca - Teatro Cinearte - Lg Santos, 2

    Telefone: 213965360

    Preço: 12,5€ (sujeitos a descontos). 5€ (quinta-feira).
sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 12:00
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

EXCELENTES FOTOS!!!

sinto-me: Carpe Diem - Nostalgica
publicado por mileumpecados às 19:04
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Bolo de cenoura, ou antes ... "Delícia de Cenoura"

BOLO DE CENOURA  

 

 

Ingredientes

  • 500 gr de cenouras
  • 300 gr de açúcar
  • 6 ovos 
  • raspa da casca de 1 laranja
  • 50 gr de farinha
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 1 pitada de sal
  • margarina e açúcar (ou farinha) q.b. para untar e polvilhar a forma

Coza em água temperada com uma pitada de sal, as cenouras.

 

Escorra-as muito bem e reduza a puré.

 

Junte o açúcar, as gemas, a raspa da laranja e bata tudo muito bem.

 

Depois de bater as claras em castelo, incorpore-as ao preparado anterior, suavemente, alternando com a farinha e com o fermento.

 

Deite a massa numa forma de mola (preferêncialmente) com 20 cm de diâmetro, previamente untada com margarina e polvilhada com açúcar (ou farinha).

 

Leve a cozer em forno moderadamente quente (220º C) durante cerca de 40 minutos.

 

DICAS:

 - Polvilhar com açúcar em pó o bolo para decorar.

 

 

- Pode cobrir com chocolate derretido.

 

  

- Ou ainda, em vez de fazer em forma de bolo tradicional, cozer a massa em forminhas de queques e depois cobri-los com uma cobertura de chocolate (até pode cobrir uns com chocolate preto e outros com chocolate branco).

 

 

 

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 12:11
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