Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Parque dos Poetas...onde o MELHOR AMIGO DO HOMEM fica à porta

 

Nascimento de uma ideia

Logotipo do Parque dos PoetasA ideia seria contar a história da Poesia através da arte escultórica, ao longo de um percurso designado por “Alameda dos Poetas”. Tornou-se no mote para uma ideia mestra, entendida como chave estruturadora para o nascimento da obra do Parque dos Poetas. Foi esta revelação que levou a Autarquia a decidir-se pela execução de um grande Parque Urbano em Oeiras, parque este que incluiria actividades de desporto e de lazer. 

Para além de desportivo e de lazer, este parque é sem dúvida um “caso singular” de espaço de cultura, que dadas as suas características constituirá um marco no território, não só do Concelho de Oeiras e Área Metropolitana de Lisboa mas também uma referência a nível Nacional. È importante referir que, por força do planeamento da execução das obras, sobretudo no sentido de acautelar prejuízos ou incómodos na sua envolvente, o Parque dos Poetas, que abrange uma área de 25 ha, tem uma execução programada em duas fases.

 

A 1ª fase, constituída por uma área de 10 ha, localizada na zona Norte, junto à Rotunda de Cacilhas – Fonte Luminosa, foi inaugurada dia 7 de Junho de 2003.

Como eixo estrutural do Parque mantém-se o princípio da Alameda dos Poetas, permitindo assim a continuidade e ligação para as fases que se seguirão, sendo que a visita a cada poeta será feita a partir de um percurso sinusoidal que se entrelaça com a Alameda dos Poetas. Assim, consegue-se criar um espaço próprio para cada poeta, servindo de homenagem, referenciando a sua poesia ou personalidade, e ser um espaço de reflexão e contemplação. Os Jardins dos Poetas funcionam como um reforço ao conteúdo cultural deste Parque.

Parque dos Poetas  

Objectivos Gerais

A implementação de Parques Urbanos como forma de valorização das zonas residenciais, criando uma melhor qualidade de vida urbana e ambiental é política da Câmara Municipal de Oeiras.
O Plano Parcial do Norte de Oeiras reservou um espaço livre com cerca de 25 hectares, limitado a Nascente pelo aglomerado de Paço de Arcos, a Poente pelo aglomerado de Oeiras, a Sul pelo viaduto do Espargal e a Norte pelas vias de ligação à rotunda de Cacilhas – Fonte Luminosa.
Trata-se de uma área estruturante, integrada numa nova centralidade urbana, capaz de se tornar uma das zonas mais nobres do Concelho e que permite desfrutar de uma vista espectacular sobre o Tejo e sobre o Atlântico.
A reserva deste espaço foi assumida pela Autarquia para a localização de um Parque Urbano e Desportivo, cuja concretização foi objecto de protocolo com a Sociedade de Promotores da Zona do Plano, no sentido da execução dos estudos que viabilizassem a execução das obras necessárias.

Parque dos Poetas    Parque dos Poetas   

 

 

Realmente, o espaço já existente é fantástico, muito aprazível...nenhumas sombras mas há que dar tempo para que as árvores possam crescer, até aí também entendemos, no entanto, no meio de todo este espaço sobejamente pensado e estruturado existe uma lacuna que pode e deve ser remediada o quanto antes: não é permitida a entrada e permanência de animais domésticos, ou seja, os nossos melhores amigos.

 

Não seria de esperar que os visitantes e assíduos desse mesmo parque o gostariam de percorrer, passear, brincar, viver e partilhar com o Melhor Amigo do Homem?!

 

E a questão que coloco é a seguinte: Em vez de proibir e ponto (típico de um secular "portuguesismo" atroz), e a forma mais fácil de agir convenhamos, que tal se o Parque dos Poetas fosse um projecto por inteiro, como pretende ser, um verdadeiro exemplo para outros, e, reunisse condições para que o "bicho homem" e o "bicho dito animal doméstico" pudessem estar, brincar ao ar livre e passaria a ser também um espaço educativo para os muitos "donos" que ainda andam por aí há espera que os ensinem a limpar os dejectos dos seus melhores amigos quando os levam a passear.

 

Uma Câmara Municipal considerada uma das mais desenvolvidas e progressistas do País,  pode pagar uns quantos caixotes para colocação de "cocós" de canitos,  inseridos numa campanha de sensibilização!

Não só no Parque dos Poetas, como também nas ruas de todo o concelho de Oeiras, que bem precisa.

 

Há que procurar educar em primeira instância e só depois de muito insistir e sem resultados práticos, aí sim, partir para a proibição.

sinto-me: Carpe Diem
publicado por mileumpecados às 11:53
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Livro "PROIBIDO"

                PROIBIR, PROIBIR, PROIBIR!!!

 

Título:  Proibido

Autor: António Costa Santos  

Editora: Guerra e Paz

1ª Edição Maio de 2007

 

Já imaginou viver num país onde tem de possuir uma licença do Estado para usar um isqueiro?

Como será a vida num país onde uma mulher, para viajar, precisa de autorização escrita do marido e as enfermeiras estão proibidas de casar?

Haverá um país onde meçam o comprimento das saias das raparigas à entrada da escola, para que os joelhos não apareçam?

Imagina-se a viver numa terra onde não pode ler o que lhe apetece, ouvir a música que quer, ou até dormitar num banco de jardim?

Como se faz praia, num país que não deixa ninguém mostrar o umbigo?

Já nos esquecemos, mas ainda há poucos anos tudo isto era proibido em Portugal. Tudo isto e muito mais, como dar um beijo em público.

 

E se a gigantesca onda de proibições do passado
fosse um bom aviso para o presente?

 

Mas que não se pense que a “façanha” do proibir só existia no passado, que morreu às portas do 25 de Abril, ou que era e é somente “propriedade” do Estado.

Como pode ler na página 94 do “Proibido”: «Já em Março de 2007, o Papa Bento XVI, na primeira exortação apostólica do seu pontificado, fez questão de recordar que os católicos divorciados que voltem a casar estão proibidos de comungar, a menos que se comprometam a viver com o novo companheiro como amigos ou irmãos, isto é, sem relações sexuais.»

...o que será que a Igreja pensa acerca dos filhos que possam advir dessas mesmas relações “Proibidas”? São prescritos? Se assim for, mais de metade da nova geração será prescrita da igreja.  

 

António Costa Santos é jornalista desde 1976. Trabalhou, entre outros, nos semanários “Sete”, do qual foi chefe de redacção, e “Expresso”, onde assinou durante cinco anos uma crónica sobre questões da vida quotidiana, o “Estado do Sítio”. Publicou um romance, livros de humor e para a infância, e é autor de guiões para cinema e televisão. Tem 50 anos e quatro filhos, aos quais proibiu algumas coisas, ao longo da vida, como bater nos mais fracos, faltar às aulas para ir jogar matraquilhos, deixar os discos fora das caixas, denunciar um colega, ou pregar mentiras, à excepção das piedosas e em legítima defesa.

 

sinto-me: Carpe Diem
música: Gorillaz - "Feel Good Inc(1)"
publicado por mileumpecados às 13:23
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